Biblioteca Brasiliana publica sexta edição do Boletim 3×22

Revista digital é produzida pela Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da USP
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Capa da sexta edição do Boletim 3 vezes 22 – Imagem: Divulgação / Biblioteca Brasiliana

 

A Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da USP, em São Paulo, voltou a publicar o Boletim 3×22 (1822 – 1922 – 2022). Desta vez, a edição de número seis dá lugar às vozes das mulheridades possíveis, como o título da publicação sugere.  Foram reunidas subjetividades femininas atentando tanto para quem fala quanto de quem se fala.

Entre os textos, há homenagens a Guita Mindlin, co-fundadora da biblioteca e restauradora de livros, e Gilda de Mello e Souza, feitas por suas filhas Betty Mindlin e Marina de Mello e Souza, respectivamente. A seção de análise é de Isabelle Anchieta e fala sobre a representação da antropofagia na arte contemporânea. O Manifesto Traveco-terrorista é de Tertuliana Lustosa, indicada ao prêmio PIPA (prêmio brasileiro de artes visuais do Instituto PIPA), em 2019.

O corpus de romances de autoras negras é discutido por Fernanda Miranda. A revisão do imaginário visual acerca de mulheres negras realizada por Clélia R. S. Prestes e Maria Lúcia da Silva (do Instituto AMMA Psique e Negritude). Os artigos sobre mercado editorial, tradução e escrita são de Maria Teresa Mhereb, Luciana Carvalho Fonseca da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciência Humanas (FFLCH) da USP, em São Paulo, e Paloma Franca Amorim.

Há ainda entrevistas com a dramaturga e atriz Renata Carvalho, as bolsistas e coordenadoras do Projeto M.A.P., Maria Clara Paixão de Souza e Vanessa Martins do Monte (FFLCH), e com a professora Giuliana Ragusa (FFLCH).

As outras edições do Boletim 3×22 estão no link: https://www.bbm.usp.br/pt-br/3×22/boletim-3×22/

Sobre o projeto 3 vezes 22

O projeto 3 vezes 22 foi criado pela Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, em 2017, afim de refletir e redimensionar a história da  formação brasileira – Estado e Sociedade, assim como da cultura histórica do país, a partir do bicentenário da Independência e o centenário da Semana de Arte Moderna completados no ano de 2022. O objetivo é entrecruzar as temporalidades da Independência (1822), do Modernismo (1922) e da história do tempo presente (2022).

A iniciativa vale-se do material conservado pela biblioteca: documentos, livros e autores, bem como da produção de eventos, materiais gráficos, audiovisuais e kits didáticos produzidos pelo projeto.