A apreensão do desconcerto: subjetividade e nação na poesia de Mário de Andrade

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Tese de Doutorado: A apreensão do desconcerto: subjetividade e nação na poesia de Mário de Andrade

Autor(a):  Leandro Pasini

Ano: 2011

Orientador(a):  Jorge Mattos Brito de Almeida

Unidade da USP: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH)

Disponível em: https://doi.org/10.11606/T.8.2011.tde-22052012-125507

Resumo: 

A obra poética de Mário de Andrade, compreendida em seu conjunto, apresenta duas referências constantes, verdadeiras obsessões do poeta: o Brasil e a própria subjetividade. Esta tese busca interpretar como essas duas obsessões se entrelaçam, ou seja, como a subjetividade lírica de Mário de Andrade busca constantemente expressar-se com traços da nacionalidade, levando em conta que toda a sua poesia se desenvolve na busca de resolver esteticamente e mesmo extraesteticamente essa questão. Tendo em vista que os descompassos dessa relação entre eu e Brasil perpassam todas as fases de sua poesia, com diferentes configurações, a relação entre o Brasil e a subjetividade lírica é uma chave para a abordagem de diversos temas de sua obra poética, como o amor, a religiosidade, o popular, o engajamento, entre outros. Isso também exige uma reavaliação da posição e do significado da lírica de Mário de Andrade no Movimento Modernista brasileiro e no contexto do Modernismo internacional.

Palavras-chave: Formação; Mário de Andrade; Modernismo; Poesia brasileira; Subjetividade Lírica.

Fonte: Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP